<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4414317151413302257</id><updated>2011-07-30T11:07:29.560-07:00</updated><title type='text'>Meu Pai e eu</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://meupaieeu.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meupaieeu.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Elen Gruber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08532265544154890660</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_1DO-7xB8kGg/SxvKwYQ7PXI/AAAAAAAAAm8/OUxzSIj-utY/S220/GIV_482322_2+copy.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4414317151413302257.post-3440938463240986945</id><published>2010-07-16T19:26:00.000-07:00</published><updated>2010-07-16T20:07:41.408-07:00</updated><title type='text'>Saudade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_1DO-7xB8kGg/TEEb3dlzOCI/AAAAAAAABUs/pRP1MHXly20/s1600/Digitalizar0001b+-+C%C3%B3pia.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 189px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_1DO-7xB8kGg/TEEb3dlzOCI/AAAAAAAABUs/pRP1MHXly20/s200/Digitalizar0001b+-+C%C3%B3pia.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5494703660018645026" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sinto saudade de você, vamos conversar? Eu sei que ando meio calada. Talvez seja uma forma de protesto infantil e bobo, pelas vezes em que senti que você não estava prestando atenção em mim. Pois é, ando chateada com algumas coisas. Sempre me preocupei em fazer o que era certo, mas parece que tenho feito tudo errado. Nunca me senti assim. Sabe, eu estava lembrando de quando eu era criança. De repente senti uma vontade de voltar ao passado. Lembra de como eram meus dias?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Primeiro começava com os sonhos que se confundiam com a realidade. Ora abria, ora fechava os olhos, e aos poucos eu ia acordando. O som da casa soava como um despertador delicado e aprazível. Eu sabia que mamãe já estava acordada preparando o almoço para mais tarde. Ouvia o chiado da panela de pressão misturado às músicas que tocavam na radiola de papai. Reparava no vapor das panelas que embaçava os vidros das janelas trancadas pelo frio. E enquanto isso, eu ia despertando. Depois, minha irmã saída de sua cama e vinha se deitar comigo. Sentia o seu nariz gelado e sua respiração fazendo cócegas em meus ouvidos. Ela se enroscava em mim de tal forma, que ficava meio apertado. E eu sempre reclamava, dava de incomodada, mas, no fundo, eu gostava daquele aperto carinhoso. Aí, vinha mamãe na tentativa de nos acordar. E eu ficava ali, deitada entre as duas na cama, que nessa hora parecia tão pequena. Mamãe exalava um cheiro de ervas finas e de temperos fortes. Sua roupa cheirava a sabão em pó e seus cabelos, um perfume suave de lavanda. Mesmo com os meus olhos fechados, sabia identificar suas mãos nas cócegas que eu recebia embaixo das cobertas. Eram mãos quentes, fortes e pesadas, ao contrário das mãos de minha irmã que estavam sempre geladas. Por último papai aparecia e sentava-se na beira da cama por falta de espaço. Ele acariciava meus pés e puxava minhas meias, ao mesmo tempo em que assobiava hinos como trilha sonora para aquele momento tão especial. Não havia outra forma de continuar dormido. Rendia-me à bagunça e dava risadas de prazer. Ao final de tudo, papai saía da cama, puxava as cobertas e nós gritávamos de frio. Como se não houvesse alternativa, saía correndo ao banheiro para tomar banho antes que meus dedos congelassem. Corria cambaleando de sono e com os pés descalços. Ah!... Como era gostoso.! Como era tão bom...&lt;br /&gt;E assim começavam os meus sábados de forma tão igual e tão diferente. Digo, igual para mim, diferente para muitos.&lt;br /&gt;Sinto saudades desses dias. Sinto saudades do meu papai, da mamãe e de minha irmã. Também sinto saudades de você. Faz tempo que não escuto o som da sua voz. Tenho precisado muito do seu abraço. Onde você está? É verdade mesmo que está sempre perto de mim? Mesmo agora? Aqui?&lt;br /&gt;Tenho contado inúmeras histórias de experiências lindas de quando eu era criança. São lembranças de uma vida tão simples e bonita, de um passado tão fiel...Jogava-me em seus braços e sabia que tudo que eu fazia estava de acordo com a sua vontade. E hoje? Por que, agora, tenho tanto medo? Onde comecei a duvidar e deixar de ter fé em você? Como tudo começou?Por que não tenho mais nenhuma boa historia contigo? O que está acontecendo?&lt;br /&gt;Sinto saudade de você, papai do céu. Você também, não é? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(As  canções abaixo me lembraram aquela época)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qynL_D3IC8U&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/qynL_D3IC8U&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4414317151413302257-3440938463240986945?l=meupaieeu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meupaieeu.blogspot.com/feeds/3440938463240986945/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4414317151413302257&amp;postID=3440938463240986945&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/3440938463240986945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/3440938463240986945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meupaieeu.blogspot.com/2010/07/saudade.html' title='Saudade'/><author><name>Elen Gruber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08532265544154890660</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_1DO-7xB8kGg/SxvKwYQ7PXI/AAAAAAAAAm8/OUxzSIj-utY/S220/GIV_482322_2+copy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_1DO-7xB8kGg/TEEb3dlzOCI/AAAAAAAABUs/pRP1MHXly20/s72-c/Digitalizar0001b+-+C%C3%B3pia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4414317151413302257.post-628247188819945022</id><published>2010-06-11T19:05:00.001-07:00</published><updated>2010-06-12T08:08:39.674-07:00</updated><title type='text'>A arte da escolha</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Muitos de nós sabemos que não temos completo controle sobre nossas vidas. E por sabermos disto, agimos à nossa maneira, fazendo o que bem entendemos. Pensamos que nossas atitudes nunca afetarão o percurso de nossas vidas, já que Deus está no comando de tudo. Tomamos decisões arriscadas com a certeza de que conseguiremos suportar as conseqüências delas. Sim, de certo Deus está no controle, mas nós temos livre arbítrio para fazermos escolhas. E o nosso futuro será resultado das escolhas que tomamos hoje. Eu sei que não é nenhuma novidade o que estou escrevendo. Novidade seria encontrar alguém que tivesse completo discernimento de identificar o que é certo ou errado na tomada de suas decisões. Talvez seja uma das coisas mais difíceis de fazer, pois o que é errado pra mim pode não ser errado para você e por aí vai. Por isso Deus deixou alguns conselhos e leis, digamos universais, para seguirmos numa vida melhor. Mas mesmo tendo conhecimento de tais coisas, na verdade, não deixamos de fazer o “errado” porque está escrito que é “errado”, e sim, porque ao cometer o “errado”, alguma coisa deu “errado”, então, posso concluir que tomados as decisões de hoje, apenas com base em nossas experiências passadas. Penso também que algumas dessas experiências frustradas do passado podem nos dar preconceitos errados de coisas do presente. É como alguém que ao apreciar uma obra de arte, diz que ela é feia porque foge ao padrão que ela conheceu no percurso de sua vida, ou porque trouxe lembranças de alguma ocasião ruim do passado. Ou como alguém que ao conhecer uma pessoa, não “vai com a cara” dela apenas por parecer com seu pai que a maltratara durante anos. E a gente faz escolhas o tempo inteiro. Agora, se escolhermos Deus no controle de nossas vidas e confiarmos nele para que faça de nós magníficas obras de arte, aí sim, todas as coisas (tantos as boas como as ruins) farão parte do plano dEle na vida de cada um.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Digo tudo isso, porque nesses dias uma pessoa me disse que eu era uma obra de arte. Claro que era uma cantada barata de alguém que eu nem conhecia. Embora na hora eu tivesse achado engraçado, depois fiquei pensando sobre isso. E pensando ainda mais, cheguei na conclusão de que não só eu, mas todos nós somos obras de arte de Deus.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Explico:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Eu tinha quatorze anos de idade quando uma amiga pediu que eu pintasse um quadro de aproximadamente três metros de largura. Este quadro comporia a decoração da feira cultural de sua escola. Era um desafio em tanto, pois nunca tinha feito algo parecido e fiquei super feliz pela confiança que minha amiga depositou em mim para que eu fizesse tamanha obra de arte. Ela disse olhando nos meus olhos: &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;- você consegue fazer isto?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;- você confia em mim? Eu perguntei.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;- confio. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Minha casa não possuía espaço para pintar um quadro tão grande, então, combinamos de fazê-lo num galpão de nossa igreja. No dia seguinte comprei todo o material necessário e fui até o local. Chegando lá, reparei que alguns amigos já estavam me esperando. Eles queriam me ver pintando e por isso ficariam até que eu terminasse. Arrumei meu material e pronto, comecei a pintar. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Estava indo tudo muito bem, até que meus amigos começaram a caçoar do quadro. Eles me perguntavam: &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;- O que é isso? É pintura abstrata? Por que você está usando vermelho para pintar o campo? E o preto, pra quê esse preto no céu? &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Eu já estava ficando irritada, quando um deles disse:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;- Acho que isso daí não vai dar em nada. Está muito estranho. É pouco provável que esse monte de rabiscos vire um castelo com lindo campo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ah! Isso bastou para que eu lhe desse uma boa resposta e disse:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;- Não se pode criticar uma obra de arte que ainda não pôde ser terminada!&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Acho que fui um pouco dura com eles, pois saíram de perto de mim e ficaram aguardando no lado de fora do galpão. Depois de algumas horas eu terminei o quadro. Minha amiga viu e adorou! Foi correndo chamar os demais para que vissem o quadro também. Em seguida lá estavam eles se desculpando por não terem acreditado que eu pudesse fazer aquele quadro. Eles também gostaram muito e ficaram bastante impressionados.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mas não estou contando esta história para mostrar meus méritos. Meu intuito é somente contar minhas descobertas. E depois de relembrar esta história, concluí que minha vida é uma obra de arte, onde o artista é o meu Deus. Ele usa das técnicas mais incríveis numa composição de cores inimagináveis na minha vida. E cada dia ela ganha uma nova pincelada com uma interpretação única e divina de mim e do que de melhor eu posso ser. Mas, infelizmente sou ansiosa. Sim, eu não agüento e critico a obra antes mesmo dela ser concluída. São nesses dias que não entendo o porquê das cores tão fortes onde, a meu ver, deveria existir branco puro. Enxergando do lado de fora, parece até que esta vida é abstrata, por tantos rabiscos indefiníveis, por não existir uma forma ou um desenho contornado. Então eu questiono com mil perguntas indesejáveis. Dou os meus pitacos para quem já sabe o que está fazendo. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Hoje resolvi parar com isto. Penso que de tudo que é colorido neste mundo, nada foi feito de uma só cor. Até mesmo o verde das folhas possui respingos de outras cores. Com o tempo as coisas mudam, e tomam novas cores. Observando nossas mãos, percebo que elas são tão coloridas quanto o arco-íres! Nela encontramos azul, verde, marrom, laranja, vermelho, bege dentre outras cores. Então, por que haveria de ser diferente na minha vida? Algumas cores são necessárias, mesmo que sejam escuras, sombrias e frias, pois juntas se completam na formação do que sou. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Acredito que só Deus pode me conduzir pelo melhor caminho. Só ele pode abrir os meus olhos para que eu consiga identificar o certo e o errado e, então, tomar a melhor escolha.Todos os dias, Ele me pergunta &amp;quot;você confia em mim?&amp;quot; . E cabe a mim, escolher se quero ou não Deus como o meu artista e confiar nele para que faça de minha vida uma obra prima. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_1DO-7xB8kGg/TBLrbU4gXTI/AAAAAAAABT0/vdIl5Wx3ZQs/s1600-h/001%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="001" border="0" alt="001" src="http://lh4.ggpht.com/_1DO-7xB8kGg/TBLrcEplVhI/AAAAAAAABT4/uqitbvGHybU/001_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="429" height="224" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;(este foi o quadro que eu fiz. Não ficou muito lindo, mas o que importa é que minha amiga gostou bastante, e que foi feito com muito amor)&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4414317151413302257-628247188819945022?l=meupaieeu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meupaieeu.blogspot.com/feeds/628247188819945022/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4414317151413302257&amp;postID=628247188819945022&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/628247188819945022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/628247188819945022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meupaieeu.blogspot.com/2010/06/arte-da-escolha.html' title='A arte da escolha'/><author><name>Elen Gruber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08532265544154890660</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_1DO-7xB8kGg/SxvKwYQ7PXI/AAAAAAAAAm8/OUxzSIj-utY/S220/GIV_482322_2+copy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_1DO-7xB8kGg/TBLrcEplVhI/AAAAAAAABT4/uqitbvGHybU/s72-c/001_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4414317151413302257.post-1753187785193208954</id><published>2010-03-26T19:56:00.000-07:00</published><updated>2010-03-27T02:03:48.117-07:00</updated><title type='text'>Limpando a sujeira</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Certa vez quando eu era criança, papai estava consertando a moto do vizinho na garagem de casa. Eu estava brincando com areia no quintal e, de vez em quando, ia para perto do meu pai para observá-lo trabalhar. Era muito interessante vê-lo desmontando uma moto. Ficava imaginando como ele conseguia guardar na cabeça o devido lugar de cada pecinha. Uma vez ele disse que tinha esquecido de encaixar um parafuzinho e que, por isso, teve que desmontar a moto novamente e começar tudo outra vez. E eu gostava de ficar ali, observando e, à vezes, ajudando. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Como eu estava brincando com areia, papai me alertou para que eu tivesse cuidado de não jogar areia no motor. A limpeza de um destes, seja de qualquer máquina, é feita de forma bem minuciosa e delicada. Existem os produtos certos para isso e o maior inimigo de um motor (aberto) é a sujeira ou um grão de areia. Bom, imediatamente eu fui até o quintal, enchi minhas mãos de areia e joguei tudinho no motor, pois era isso que eu tinha entendido que era para eu fazer. Papai percebeu minha confusão e ficou desesperado ao ver a cena, mas não pôde fazer nada a não ser começar do zero a limpeza do motor. Ofereci a minha ajuda, já que eu tinha causado aquele estrago, mas papai disse que só ele poderia fazer este trabalho e que, desta vez, eu não poderia ajudar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Engraçado não é? Mas pode ser exatamente assim que, algumas vezes, agimos com Deus. Brincamos com areia fora de casa, sem perceber que ela é suja. E, de vez em quando, vamos para perto de Deus para observá-lo mas não entendemos muitas coisas. Não entendemos Sua forma de agir, seu jeito de "trabalhar". E , embora achemos interessante o &amp;nbsp;Seu grande poder e Sua capacidade de consertar a vida das pessoas, voltamos logo em seguida ao quintal dos desejos, das vontades pecaminosas, dos prazeres vãos. Acredito que Deus percebe o perigo e nos alerta, mas estamos tão longe que não entendemos sua voz e fazemos totalmente o contrário do que ele quer que façamos. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E são com as nossas próprias mãos que estragamos as nossas vidas. E quando nos damos conta do tamanho estrago, não há mais nada que possamos fazer. Sentimo-nos desencorajados a continuar. Pensamos em desistir de tudo por tantos fracassos, pela falta de crescimento espiritual que tanto almejamos e nunca alcançamos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas Deus, com sua graça nos perdoa e, pacientemente, junta todos os pedacinhos do coração quebrado, limpa-os com muito amor, tirando toda areia suja e fortalecendo os parafusos que sustentam a nossa fé.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4414317151413302257-1753187785193208954?l=meupaieeu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meupaieeu.blogspot.com/feeds/1753187785193208954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4414317151413302257&amp;postID=1753187785193208954&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/1753187785193208954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/1753187785193208954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meupaieeu.blogspot.com/2010/03/limpando-sujeira.html' title='Limpando a sujeira'/><author><name>Elen Gruber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08532265544154890660</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_1DO-7xB8kGg/SxvKwYQ7PXI/AAAAAAAAAm8/OUxzSIj-utY/S220/GIV_482322_2+copy.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4414317151413302257.post-970960938671549842</id><published>2010-03-02T18:40:00.000-08:00</published><updated>2010-03-02T18:40:03.651-08:00</updated><title type='text'>O Cristão de um e noventa e nove</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Certo dia, quando eu era criança, mamãe chegou em casa muito feliz porque tinha comprado um tênis para mim. Ela me disse que viu ele à venda numa barraquinha, no centro da cidade, por um valor muito inferior ao vendido nas lojas de shopping. Fiquei muito impressionada quando mamãe tirou o tênis de dentro da caixa e disse: "Veja, filha, é igual ao original!". Até que logo meu entusiasmo acabou, pois o tênis não durou nem um mês. Esta foi a primeira e última vez que mamãe comprou um produto falsificado. Agora ela sabe que, embora seja caro, é muito melhor se sacrificar mais e comprar um produto original. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em Lucas 18:9-14, Jesus conta a parábola do fariseu e o cobrador de impostos. Lemos que o fariseu chegou ao templo todo orgulhoso por seus feitos e, de pé, orou à Deus agradecendo por não ser avarento, nem desonesto, nem imoral como as pessoas e também porque não era como o cobrador de impostos. E lembrou à Deus do jejum que fazia duas vezes por semana e que dera o seu dízimo. Já o cobrador de impostos sentou bem de longe e de cabeça abaixada orava à Deus pedindo que tivesse pena dele por ser um pecador. Jesus disse que este homem, e não o outro, que voltou para casa em paz com Deus. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aparentemente nós vemos aqui dois homens normais que vão à igreja orar, assim como eu e você. E na igreja é assim: dizemos que somos irmãos, filhos de um mesmo pai e com o mesmo desejo de encontrar o Salvador. Mas sempre julgamos uns aos outros, sendo que, na verdade, nunca saberemos quem é realmente falso ou verdadeiro na fé. Só Deus sabe e conhece o nosso coração. E por sermos cristãos, dizemos isso a várias pessoas, o que é muito natural que aconteça. Vamos à igreja, oramos, louvamos à Deus, devolvemos os dízimos... mas será que somos verdadeiros seguidores de Cristo, ou apenas réplicas baratas?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O mundo já está cheio de cristãos falsos. Eles estão por aí, em qualquer esquina ao preço de uma religião barata e sem nenhum valor. Parecem verdadeiros, mas não são. No entanto, com o tempo nós notamos a diferença, pois o que é falso dura pouco, ao passo que o verdadeiro cristianismo é caro, exige sacrifícios e entrega total. Tais coisas não são fáceis e muitas vezes pagamos um preço alto por isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E nós?&amp;nbsp; Qual é o nosso valor nas prateleiras deste mundo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4414317151413302257-970960938671549842?l=meupaieeu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meupaieeu.blogspot.com/feeds/970960938671549842/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4414317151413302257&amp;postID=970960938671549842&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/970960938671549842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/970960938671549842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meupaieeu.blogspot.com/2010/03/o-cristao-de-um-e-noventa-e-nove.html' title='O Cristão de um e noventa e nove'/><author><name>Elen Gruber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08532265544154890660</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_1DO-7xB8kGg/SxvKwYQ7PXI/AAAAAAAAAm8/OUxzSIj-utY/S220/GIV_482322_2+copy.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4414317151413302257.post-9061255346778067080</id><published>2010-02-13T06:17:00.000-08:00</published><updated>2010-02-14T17:16:03.255-08:00</updated><title type='text'>O perfume suave</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;“...&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Como um perfume que se espalha por todos os lugares, somos usados por Deus para que Cristo seja conhecido por todas as pessoas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Porque somos como o cheiro suave do sacrifício que Cristo oferece a Deus, cheiro que se espalha entre os que estão sendo salvos e os que estão se perdendo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;”&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;2Cor 2:14,15&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Era uma sexta-feira de manhã quando resolvi fazer uma boa faxina na casa para a entrada do Sábado. Lavei os banheiros, lustreis o móveis, lavei a louça e toda a roupa suja, troquei os lençóis das camas, passei pano no chão e deixei todas as coisas em seus devidos lugares. A casa estava tão limpinha e impecável, que dava prazer de ficar nela. Entretanto, mesmo depois de tanta faxina, eu sentia um cheiro estranho na casa. Imaginei que fosse alguma coisa na geladeira, mas não era. Procurei por todos os cantos e não identifiquei de onde estava vindo o mau cheiro. Fiquei muito incomodada com isso. E já não sabia mais o que fazer. Tive uma idéia: joguei bastante “bom ar” em todos os ambientes da casa, na tentativa de disfarçar o cheiro ruim, mas pouco tempo depois a fragância tinha desaparecido e mau cheiro voltou com tudo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Daí, algo me fez pensar que na minha vida é a mesma coisa. Paulo em sua carta à Igreja de Corinto nos diz que somos usados por Deus como um fragância suave que espalha a mensagem de Cristo. E pensando sobre isso, lembrei de papai, pois ele usava um perfume muito forte e desagradável. Eu sempre reclamava e pedia para que ele usasse algo mais suave, pois ao meu ver, o perfume forte logo passava, quanto que o suave durava o dia inteiro. Não adianta jogar um perfume forte na nossa vida somente para encobrir o mau cheiro. Deus nos usa como fragância suave e não como&amp;nbsp; perfume forte e desagravável. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Às vezes pensamos que somos “santos”. Que só porque vamos à Igreja todos os cultos e porque já lemos todos os livros da Igreja, temos sabedoria suficiente para nos salvarmos por nós mesmos. Sentimo-nos donos da verdade. Enchemos nossas vidas de perfumes fortes e desagradáveis, como radicalismos e legalismos, mas o cheiro ruim de nossos pecados logo aparecerá e todos sentirão, pois o que não é verdadeiro logo passa. E o apostolo Paulo continua dizendo: “Para os que estão se perdendo, é um mau cheiro que mata; mas, para os que estão sendo salvos, é um perfume muito agradável que dá vida. Então, quem é capaz de realizar um trabalho como esse? (2Cor 2:16). Sobretudo, não adianta limpar toda nossa vida de nossos maus hábitos e de coisas que nos fazem pecar, &amp;nbsp;se não arrancarmos fora o que provoca profundo mau cheiro,ou seja, aquele pecado acariciado. &amp;nbsp;Se não for assim, nossa vida não será o cheiro suave do sacrifício de Cristo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Ainda naquela sexta-feira, já não aguentando mais o fedor, parei de jogar perfumes e mais perfumes e resolvi esperar o cheiro forte aparecer para tentar descobri-lo em algum lugar da casa. Fiquei em pé pensado o que poderia ser. Foi quando lembrei de abrir o forno. Quase vomitei. Era uma bandeija com um assado estragado que tinha esquecido. Finalmente joguei fora aquilo tudo e agora a casa podia ter um perfume agradável. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;A vida com Cristo nos limpa de todo mal. Seus mandamentos são como espelho que nos mostram onde temos esquecido a bandeja de pecados. E quando nos entregamos complemente à Deus e passamos a enxergar “a comida estragada”, a sensação é de ânsia de vômito, pois não imaginávamos que estávamos tão apodrecidos pelo pecado. O início não é fácil, mas Deus logo nos mostra como é bom sermos como perfumes suaves que espalham boas novas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="color: black; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;E você, tem esquecido de alguma bandeja com comida estragada na sua vida ou tem sido como perfume suave do mestre?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4414317151413302257-9061255346778067080?l=meupaieeu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meupaieeu.blogspot.com/feeds/9061255346778067080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4414317151413302257&amp;postID=9061255346778067080&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/9061255346778067080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/9061255346778067080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meupaieeu.blogspot.com/2010/02/o-perfume-suave.html' title='O perfume suave'/><author><name>Elen Gruber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08532265544154890660</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_1DO-7xB8kGg/SxvKwYQ7PXI/AAAAAAAAAm8/OUxzSIj-utY/S220/GIV_482322_2+copy.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4414317151413302257.post-2986763298994211278</id><published>2009-12-07T15:45:00.000-08:00</published><updated>2009-12-08T07:54:18.202-08:00</updated><title type='text'>O Apagão</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;“Lembre de Deus em tudo o que fizer, e ele lhe mostrará o caminho”. Prov. 3:6&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;No dia 10 de novembro deste ano ocorreu o chamado “apagão” nas principais cidades do Brasil. Um problema na Hidrelétrica de Itaipu teria ocasionado a falta de energia naquela noite. Muitas pessoas tiveram experiências das mais diversas sobre este “apagão” e eu também tive a minha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Eu estava em casa com meu marido quando a energia acabou. Corri para janela para ver se era algum problema na rua, mas não, a cidade estava escura e eu achei isso muito estranho. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;O interessante, é que, toda vez que acaba a energia em casa, a minha primeira reação é sempre de raiva, porque tenho que parar de fazer o que estava fazendo. Mas com o tempo eu descobri que um “apagão” acaba se tornando algo super divertido, pois, sem nada para fazer, meu marido e eu não tivemos alternativa a não ser esperarmos no sofá para que a energia voltasse. Acontece que a energia não voltou, mas fomos dormir muito felizes pelo tempo em que passamos juntos nos divertindo e contando histórias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Quando eu era criança, minha família também fazia a mesma coisa. Deitávamos no sofá e ficávamos ouvindo as histórias do meu pai. Ele contava sobre seu passado, sua infância... A vela no canto da sala clareava apenas parte do seu rosto e papai, com seus olhos grandes, chamava a minha atenção para o seu mundo. Era algo incrível. Guardo lembranças desses momentos como mágicos em minha infância e eu jamais esquecerei.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Já tive muitos momentos na minha vida em que fui surpreendida por um “apagão”. Momentos em que tudo ao meu redor estava escuro e eu fiquei sem saber o que fazer, totalmente sem força, sem luz... Tropeçava nas coisas, caía no chão, andava em círculos, lutava comigo mesma sem enxergar nada, sem ver minhas próprias feridas. Mas mesmo assim, ainda restava uma pequena luz de esperança, a luz que iluminava o rosto do Papai do céu para que eu pudesse vê-lo e ouvi-lo contar as suas histórias. O meu Papai do céu me convidava a sentar ao seu lado para desfrutar de momentos mágicos no escuro. Ele me fazia enxergar coisas que somente no escuro eram possíveis de serem vistas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Foi necessário que houvesse um “apagão” na minha vida para que eu desacelerasse o meu coração, para que eu prestasse atenção nas belas histórias de Jesus e desfrutasse de uma vida feliz ao seu lado. Eu sei que ainda posso ter muitos “apagões”. Ainda posso ficar no escuro, pensando que é apenas um problema rápido, mas Deus vai acender a pequena luz no cantinho do meu coração para que eu enxergue o caminho, para que eu tenha fé.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4414317151413302257-2986763298994211278?l=meupaieeu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meupaieeu.blogspot.com/feeds/2986763298994211278/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4414317151413302257&amp;postID=2986763298994211278&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/2986763298994211278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/2986763298994211278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meupaieeu.blogspot.com/2009/12/o-apagao.html' title='O Apagão'/><author><name>Elen Gruber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08532265544154890660</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_1DO-7xB8kGg/SxvKwYQ7PXI/AAAAAAAAAm8/OUxzSIj-utY/S220/GIV_482322_2+copy.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4414317151413302257.post-6545391472380764619</id><published>2009-10-31T07:51:00.000-07:00</published><updated>2009-12-07T15:47:23.170-08:00</updated><title type='text'>Uma viagem inesquecível</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Certo dia, meu pai e eu resolvemos fazer uma super viagem à nossa terra natal. Viajaríamos de carro por três dias até a região nordeste do Brasil. Eu nunca tinha viajado sozinha com meu pai e esta com certeza seria uma viagem inesquecível. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Era a primeira vez que eu voltaria à cidade onde passei a minha infância e enquanto eu arrumava as malas, ficava imaginando se eu encontraria os meus amigos, se eles me reconheceriam, se a rua teria mudado, se meus primos teriam crescido... minha cabeça estava a mil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Com o carro ligado e com todas as coisas dentro dele, finalmente despedi de minha irmã e depois de mamãe, que estava muito preocupada:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; - Muito cuidado, filha! Se alimente direitinho e não coma besteiras no caminho!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- Ta bom, mãe.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Quando entrei no carro e fechei a porta, papai ligou o rádio, colocou uma música bem animada e disse:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- Está pronta?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- Sim!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- Então, aperte o sinto que lá vamos nós!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- êêhhh!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;E o carro saiu levantando poeira. Vierei-me para trás e fiquei olhando mamãe ascenando até viararmos a esquina da rua. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;O primeiro dia de viagem foi tranquilo. Papai e eu conversamos, ouvimos música, brincamos e nos divertimos muito. Porém, no segundo dia, aconteceu algo que não estavamos esperando: o carro quebrou. Quebrou numa estrada escura, no meio do nada. Fiquei muito preocupada, pois a comida tinha acabado e nós não poderíamos ficar ali por muito tempo. E quanto mais o tempo passava, mais preocupada eu ficava a ponto de querer chorar. Então, papai me traquilizou dizendo:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;-  Não se preocupe, eu vou  resolver tudo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Dormimos na estrada e logo pela manhã, papai teve uma brilhante idéia e resolveu o problema do carro e então seguimos viagem. Depois de quatro dias chegamos ao nosso destino e reencontramos todos os nossos parentes e amigos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Acredito que nossa vida neste mundo é uma super viagem. E aqui estamos nós, apenas de passagem para um lugar muito especial. Nesta viagem, nosso papai do céu nos conduz pelo melhor caminho.  Às vezes encontramos obstáculos e os problemas nos desorientam trazendo a sensação de que estamos perdidos, mas, são nessas horas que Deus nos diz: “não se preocupe, papai vai resolver tudo”. No caminho, conheçemos pessoas, lugares, sensações... Ficamos tristes, alegres, preocupados, tranquilos... Cantamos músicas legais e nos divertimos com os amigos.  Podemos optar por viver por aí, numa viagem sem destino, objetivo, sem ver nem pra quê...Sem felicidade, sem cor, sem sabor, sim, porque o sabor da vida com Jesus é incomparável e muito melhor do que tudo que andam oferecendo por aí.  Então, por que não pegamos a biblia como nosso passaporte, abrimos a porta do coração e entramos nessa inesquecível viagem rumo ao céu?  &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4414317151413302257-6545391472380764619?l=meupaieeu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meupaieeu.blogspot.com/feeds/6545391472380764619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4414317151413302257&amp;postID=6545391472380764619&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/6545391472380764619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/6545391472380764619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meupaieeu.blogspot.com/2009/10/uma-viagem-inesquecivel.html' title='Uma viagem inesquecível'/><author><name>Elen Gruber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08532265544154890660</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_1DO-7xB8kGg/SxvKwYQ7PXI/AAAAAAAAAm8/OUxzSIj-utY/S220/GIV_482322_2+copy.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4414317151413302257.post-7972120087795598113</id><published>2009-09-05T18:25:00.000-07:00</published><updated>2009-09-19T08:01:46.805-07:00</updated><title type='text'>Vencendo a Culpa</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Há muito tempo atrás eu tive hipertrofia de adenóide. Esta doença me trouxe vários outros problemas de saúde ainda quando criança, como falta de apetite, má formação dentária, fortes dores de ouvido e ronco na hora de dormir. Conforme o tempo foi passando, meu ouvido piorava cada vez mais. Ele inflamava frequentemente e comecei a ter muitas dificuldades para ouvir. Minha família não tinha convênio médico e por isso, não fazíamos consultas médicas para este tipo de problema. O hospital da rede pública era muito ruim e somente usávamos em caso de muita urgência. Minha mãe tratava minha dor de ouvido com medicamentos e outras coisas, não sendo necessário consultar um médico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Os anos se passaram. Terminei o colegial e comecei a faculdade. Consegui um estágio logo no primeiro mês de curso. O salário era pouco, mas tinha convênio médico. Então, marquei uma consulta com um otorrinolaringologista. Foi quando descobri que o meu problema de surdez era mais grave do que eu pensava. O médico disse que eu já estava lendo os lábios das pessoas para entender o que elas estavam falando. E realmente, no trabalho, mal conseguia ouvir as pessoas falando comigo ao telefone. Na sala de aula, tinha que sentar na primeira fila. Numa roda de amigos, perdia metade das conversas. E todas estas coisas me deixavam muito triste. Sentia como se eu estivesse dentro de um mundo só meu. Sem contar nas vezes em que fui motivo de chacota.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Na consulta, o médico verificou meus exames e disse que eu estava com um tumor no ouvido e que ele só poderia ser tirado com procedimento cirúrgico. E ele disse ainda que eu correria um sério risco de perder completamente a audição durante a cirurgia. O outro ouvido também tinha problema, mas que não tinha solução, tinha que usar aparelho auditivo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Às vezes, a vida nos pega de surpresa. Um dia está tudo bem, no outro, quando menos esperamos, descobrimos que temos vários problemas que desafiam nossa fé. Naquele dia, meu corpo doeu como se alguém estivesse pisado em mim. Fiquei sem força...Frágil. Passei a noite inteira triste pois não queria que isto estivesse acontecendo comigo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Aqueles que me conhecem sabem que eu sempre gostei de cantar. Comecei cedo. Cantei pela primeira vez no púlpito de uma igreja. Eu tinha três anos de idade quando cantei aquela musiquinha: "e quando eu estiver deste tamanho aqui, eu quero trabalhar com meu Jesus sem fim". Enquanto eu cantava, olhava para os meus pais e me animava quando via seus rostos de felicidade. Nunca parei de cantar. Mesmo com problemas de audição, eu ainda continuava aceitando os convites. Até que, certa vez, eu tive que parar de cantar no meio da música porque não estava conseguindo acompanhar o play-back. Eu pensava: "Meu Deus! Quando isto vai acabar?" Porque?" Tinha que ser comigo?". E eu orava todos os dias pedindo à Ele que me curasse desse mal, mas nada acontecia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Na última noite antes da cirurgia, eu estava com muito medo. Com medo de ficar surda e nunca mais poder ouvir o som da natureza, das pessoas, dos pássaros, do vento... Peguei a bíblia na intenção de encontrar alguma resposta, quando Deus me disse: “Porque eu, o SENHOR, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: não temas, que eu te ajudo. Isaías" 41:13. Naquele momento eu comecei a chorar, porque tinha entendido que não precisava de cura. Precisava de Deus e da sua presença na minha vida. Precisava de perdão. Ora, se Deus me perdoa e está comigo, não devo temer a morte. O perdão dEle me dá vida e cura qualquer ferida.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Em Marcos 5:25 a bíblia conta a história de uma mulher que sofria de hemorragia havia doze anos. Por muito tempo gastara seu dinheiro com muitos médicos e ninguém conseguira curá-la. Então, ouvindo falar de Jesus, foi até ele lhe tocou sua veste. Ela dizia: “Se tão-somente tocar suas vestes, sararei” E imediatamente ela foi curada. Aquela mulher viveu numa época em que as pessoas doentes eram rejeitadas porque acreditavam que elas eram pecadoras. Talvez ela tivesse passado muitos anos de sua vida, acreditando que realmente fosse uma pecadora e estava pagando pelos seus erros. Talvez, tudo que ela mais queria em sua vida, era ser perdoada para viver uma vida normal, sem desprezo e preconceito das pessoas. Penso que, naquele momento em que ela tocou as vestes de Jesus, ela tivesse sentido o perdão de Deus. A sua fé lhe trouxe o perdão, a cura.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Chegou a hora da minha cirurgia, antes do médico aplicar a anestesia, pedi à Deus que segurasse a minha mão direita para que eu não temesse a nada. A cirurgia demorou quatro horas. E o mais incrível aconteceu, assim que acordei, pude sentir uma melhora surpreendente. Durante a noite, eu fiquei ouvindo os sons da rua, dos carros, das sirenes... Chorei e agradeci à Deus por mais um milagre em minha vida. Por ter deixado que eu tocasse suas vestes. Por ter me perdoado. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Hoje, meu ouvido não é normal, mas é especial, pois tem o toque da mão de Deus. Continuo cantando à Deus como sempre fiz e não penso em parar.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Pois é, tem momentos em que buscamos à Deus para que nos cure de alguma enfermidade e Ele nos surpreende oferecendo o seu Perdão. É que quando somos perdoados, vencemos a culpa e nos libertamos da condição de pecadores para filhos de Deus. E se temos o perdão de Deus, a Sua graça, para quê nos preocupar com coisas terrenas? Deus nos oferece o Céu! E Ele promete que, não importa o que aconteça neste mundo, ele segura a nossa mão e nos diz “ não temas, que eu te ajudo”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4414317151413302257-7972120087795598113?l=meupaieeu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meupaieeu.blogspot.com/feeds/7972120087795598113/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4414317151413302257&amp;postID=7972120087795598113&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/7972120087795598113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/7972120087795598113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meupaieeu.blogspot.com/2009/09/vencendo-culpa.html' title='Vencendo a Culpa'/><author><name>Elen Gruber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08532265544154890660</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_1DO-7xB8kGg/SxvKwYQ7PXI/AAAAAAAAAm8/OUxzSIj-utY/S220/GIV_482322_2+copy.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4414317151413302257.post-8446780761739552270</id><published>2009-08-09T18:00:00.000-07:00</published><updated>2009-09-05T14:13:45.803-07:00</updated><title type='text'>Em busca do tesouro escondido</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Você já sentiu como se estivesse em busca de algum tesouro escondido e se perdeu no meio do caminho?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Ontem, meus amigos e eu saímos para jantar fora. O lugar era perto e de fácil acesso para todos nós. Combinamos o horário e local de partida. Quando estávamos prontos, seguimos de carro em direção ao restaurante. Tínhamos o endereço da rua e alguma noção de como chegar, mas apenas um de nós sabia qual era o melhor caminho, pois tinha pesquisado o endereço no mapa e registrado todas as informações num pequeno papel. Mesmo assim, &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;depois de alguns minutos, paramos perdidos numa rua sem saída. É que eu confundi meu amigo, que conduzia o veículo, com sugestões incertas de caminhos falsos que não levariam a lugar algum. Nós desprezamos a indicação de quem realmente tinha pesquisado, confiamos em nosso próprio conhecimento, e &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;deu no que deu&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;. Então, decidimos voltar ao ponto zero e fizemos o caminho correto. Finalmente, depois de pouco tempo, chegamos ao restaurante.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Fazendo uma analogia sobre minha vida, acho que às vezes me sinto assim, perdida em busca de algum tesouro tão escondido, que não consigo encontrar. Confio na minha própria saberia e me perco, sem tesouro e sem nada. E ainda assim, apóio-me em conselhos de pessoas, que alguma vez na vida viram o mapa da vida e acreditam que sabem o caminho certo, que sabem de tudo. Elas falam “corte o caminho! Venha por aqui!”, e me convencem a andar por ruas escuras, barulhentas, poluídas e perigosas. Até que logo percebo que tem alguma coisa errada. É que as ruas são sem saída e algumas são mão única, sem chance de retorno... Sem volta. E só então quando me perco e paro numa enrascada, é que me dou conta que tenho que voltar ao ponto inicial e seguir as verdadeiras instruções do mapa, aquele que fica na estante de casa. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Deus nos deixou um grande mapa repleto de dicas, instruções e passo-a-passo para que encontremos o tesouro escondido. É a bíblia sagrada, a Sua palavra. A palavra do Criador de todo esse universo e de todas as coisas. Deus conhece verdadeiramente o caminho e quer que eu saiba também. Se tão somente eu seguir este incrível mapa, encontrarei vários tesouros e não me perderei no meio do caminho. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4414317151413302257-8446780761739552270?l=meupaieeu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meupaieeu.blogspot.com/feeds/8446780761739552270/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4414317151413302257&amp;postID=8446780761739552270&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/8446780761739552270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/8446780761739552270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meupaieeu.blogspot.com/2009/08/em-busca-do-tesouro-escondido.html' title='Em busca do tesouro escondido'/><author><name>Elen Gruber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08532265544154890660</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_1DO-7xB8kGg/SxvKwYQ7PXI/AAAAAAAAAm8/OUxzSIj-utY/S220/GIV_482322_2+copy.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4414317151413302257.post-7013247350052145121</id><published>2009-08-02T15:54:00.000-07:00</published><updated>2009-09-19T08:10:48.745-07:00</updated><title type='text'>Aprovado ou reprovado?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Tudo o que eu mais temia aconteceu. A professora me entregou o boletim das notas do semestre e disse: “Sinto muito, você repetiu de ano”. Eu não acreditei. Tomei o papel dela e conferi com meus próprios olhos. E foi então que constatei o que estava escrito em vermelho: Reprovado. Peguei minhas coisas e saí correndo da escola. Desci rua abaixo sem saber o que fazer. Chorava compulsivamente. Não achava justo o que estava acontecendo comigo. “O que iria dizer aos meus pais?”.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Minha família e eu mudamos de Fortaleza para São Paulo naquele ano. Foi uma mudança drástica em nossas vidas. O dinheiro era pouco e tínhamos poucos amigos. Passei por coisas horríveis na escola. Na hora do intervalo, eu ficava sempre sozinha, pelos cantos. Às vezes, eu me escondia dentro do banheiro até o final do intervalo. Naquela época, tudo o que eu mais queria era minha vida pacata com meus colegas e minha escola em Fortaleza. Cada dia que passava eu me tornava uma menina mais calada e triste. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Morávamos numa favela na região norte de São Paulo. No início, achava tudo aquilo uma grande aventura, até que percebi que o tempo foi passando e nada mudava. E como eu era muito pequena, não entendia porque estávamos passando por tudo isso.  E naquele &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;dia, enquanto corria chorando desesperadamente, pensava que isso não fazia sentido na minha vida. Acreditava que tudo era culpa dos meus pais, pois, se nós não tivéssemos saído de Fortaleza, nada disso teria acontecido. Chegando em casa, disse para minha mãe as piores palavras da minha vida: “mãe, fui reprovada de ano. Desculpe-me”. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Isso aconteceu quando eu tinha oito anos de idade. Já se passaram alguns anos e muita coisa mudou. No entanto, sempre que me lembro desta história, meu coração fica apertado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Não tenho muita experiência de vida e não sei de muitas coisas. Sou jovem e com muito chão pela frente. Mas pelo pouco que vivi, percebi que quase todos nós temos medo da reprovação. Estudamos a vida inteira para tornarmos profissionais de sucesso. Cultivamos amizades e relacionamentos para que durem para sempre. E, todos os dias, temos motivações diferentes para a vida. Assim, esperamos que nos aceitem como somos e que nos aprovem. Mas, às vezes, essa busca é tão exagerada, que, quando somos violentamente atingidos pela reprovação, ficamos tão frustrados que não conseguimos reagir. Passamos a desprezar a nós mesmos, forçando–nos a ser o que não somos. Ficamos presos em nosso mundo de alucinações e nada do que fazemos parece ter algum sentido. Tornamo-nos pessoas superficiais, tristes e frias por dentro. Perdemos a esperança e a cegueira toma conta de nós a ponto de ficarmos incapazes de enxergar qualquer saída. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Amigo, eu sei que é triste. Já passei por isso. Quando somos reprovados por alguém ou por qualquer coisa, ficamos realmente tristes e nessas horas, não tem quem entenda seu problema, por mais simples que ele seja. A reprovação dói, porque mexe com o nosso “eu”. Ficamos inseguros e duvidamos se o que fazemos é realmente bom. Então, nos escondemos e nos camuflamos para que ninguém nos descubra e nos reprove pelo que pensamos, acreditamos, valorizamos... Pelo que somos. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Porque temos tanto medo da reprovação? Ninguém é melhor que ninguém! Não importa nossos defeitos, Deus nos aceita como somos. O universo está em constante mutação e eu sei que não podemos parar, temos que seguir a vida dentro do ritmo. Mas Deus deve ser o nosso ponto de referência nisso tudo, pois ele é quem nos rege o compasso. É importante saber que acima de qualquer coisa, Deus sabe de tudo e Ele conhece nossos medos e anseios sobre a vida. Não importa se nesse mundo as pessoas nos rejeitam ou nos reprovam. Deus é maior e seu propósito é grande. Portanto, cuidemos para que não sejamos reprovados para segunda fase da vida, a vida eterna com Cristo. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4414317151413302257-7013247350052145121?l=meupaieeu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meupaieeu.blogspot.com/feeds/7013247350052145121/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4414317151413302257&amp;postID=7013247350052145121&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/7013247350052145121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/7013247350052145121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meupaieeu.blogspot.com/2009/08/aprovado-ou-reprovado.html' title='Aprovado ou reprovado?'/><author><name>Elen Gruber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08532265544154890660</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_1DO-7xB8kGg/SxvKwYQ7PXI/AAAAAAAAAm8/OUxzSIj-utY/S220/GIV_482322_2+copy.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4414317151413302257.post-6230044723314188346</id><published>2009-07-25T10:24:00.000-07:00</published><updated>2009-09-05T14:31:03.908-07:00</updated><title type='text'>Eu e o barquinho</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Era meu último dia de aula. Enfim, férias. Cheguei da escola e fui correndo para o meu quarto. Abri meu guarda-roupa e separei minhas coisas para a tão sonhada viagem. Peguei meu álbum de figurinhas, minhas caixinhas de fósforos, duas bonecas, um diário e guardei tudo dentro de uma mala. Saí pela casa gritando:&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- Mãe! Pai! Minha mala já está pronta para a viagem!&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Mamãe estava na cozinha quando gritou:&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- Nossa, filha! Mas ainda falta uma semana!&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Pois é, ainda faltava uma semana. Acontece, que a tia Maria tinha nos convidado para passar as férias no seu sítio no interior da cidade. Eu fiquei muito feliz e ansiosa ao mesmo tempo, pois lá era o lugar mais legal que eu costumava passar as férias. Era como se ele fosse encantado. O vasto campo verde, o cheiro da terra, o leite coalhado e as histórias dos meus tios no final da tarde me fascinavam. No sítio tinha cavalos, galinhas, porcos, passarinhos e tudo quanto era bicho. Na minha mente ainda restavam as lembranças das muitas aventuras que passei da ultima vez que estive lá. Papai tinha prometido que, desta vez, ele deixaria eu andar à cavalo. Até contei para todo mundo na escola e meus amigos ficaram impressionados.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Uma semana se passou e chegou o dia da viagem. Com tudo pronto, saímos de casa quando o sol ainda estava nascendo. No caminho, muitas coisas engraçadas aconteceram. Papai tinha inúmeras brincadeiras para distração, e assim, a viagem ficava super agradável e não víamos o tempo passar. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Anoitecemos na estrada. Lembro-me de um momento fantástico, quando fiquei olhando o céu pelo vidro do carro. Admirei aquelas estrelas que pareciam ainda mais brilhantes como nunca tinha visto. Eram tantas delas que, na tentativar de contá-las, &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;caí num sono profundo. Quando abri os olhos já era dia e ainda estávamos na estrada. Eu não agüentava mais. Queria chegar logo e a cada dez minutos eu perguntava: &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- Pai, tá chegando?&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- Sim, filha. Estamos quase.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;E finalmente chegamos. Papai estacionou o carro, tiramos nossas malas e saímos andando. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- Mãe, onde está o sítio da tia?&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- Está logo depois do lago, filha.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Eu não estava entendendo nada. Não lembrava deste lago. No entanto, mal tive tempo para pensar, quando senti meu pai me colocando dentro de um barco para que pudéssemos atravessar o lago. Mas eu fiquei com medo daquilo tudo e comecei a chorar. Papai olhou para mim e disse:&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- Filha, porque você está chorando?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- Papai, eu não quero entrar neste barco.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- Por quê? &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- Eu estou com medo, papai. Estou com muito medo. – eu disse enquanto limpava as lágrimas do rosto.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Meu pai ajeitou o meu cabelo, apertou-me em seus braços e disse:&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- O papai está aqui. Você não precisa temer. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Minutos depois, atravessamos aquele imenso lago e chegamos no sítio dos meus tios.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Eu já senti muito medo na minha vida. Medo do futuro, medo do presente, do meu passado... Medo de não conseguir vencer a tentação. Medo de morrer, de viver...Medo do medo. E a vida é cheia de coisas que nos ameaçam constantemente. Sim, eu sei que no mundo eu terei aflição, então, é só confiar em Deus, certo? Mas a que ponto este medo interfere na minha confiança em Deus? &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Seria o medo uma falta de fé? Cegueira? &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Não sei. Mas assim como minha própria história conta, atravessei o lago nos braços do meu pai. Eu estava com muito medo, mas atravessei mesmo assim, graças ao meu papai que me confortou. Então, acho que é normal sentir medo, mesmo confiando em Deus. Difícil é aceitar que ele nos conduza, pois entramos em desespero antes mesmo de pararmos para ouvir a sua voz. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;E eu sei. Eu ouço a voz de Deus me chamando todos os dias. Ele me convida a confiar nEle e deixar que Ele me carregue no barco da vida, para enfrentar o lago das tribulações. Ele me diz: "O papai está aqui, vou te apertar nos meus braços e não deixarei que nada de mau aconteça." E ainda com a voz bem baixinha Ele me faz uma promessa: "No final desta travessia, haverá um sítio encantado onde jamais haverá pranto ou dor. Lá, todos os dias nós teremos inúmeras aventuras e viveremos por muito e muito tempo. Fica logo alí, vamos?"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4414317151413302257-6230044723314188346?l=meupaieeu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meupaieeu.blogspot.com/feeds/6230044723314188346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4414317151413302257&amp;postID=6230044723314188346&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/6230044723314188346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/6230044723314188346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meupaieeu.blogspot.com/2009/07/eu-e-o-barquinho.html' title='Eu e o barquinho'/><author><name>Elen Gruber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08532265544154890660</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_1DO-7xB8kGg/SxvKwYQ7PXI/AAAAAAAAAm8/OUxzSIj-utY/S220/GIV_482322_2+copy.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4414317151413302257.post-1280595635394480514</id><published>2009-07-10T19:54:00.000-07:00</published><updated>2009-07-11T09:35:34.650-07:00</updated><title type='text'>O Céu e o Chocolate</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Você deve ter lido o título do texto e se perguntado “ o que o céu tem a ver com chocolate?”. Eu também teria me perguntado. Mas eu fiz isso justamente para estimular em você, meu caro leitor, o exercício da imaginação e do questionamento. Eu acredito que são as dúvidas que nos levam ao entendimento de todas as coisas, ou até mesmo do nada de nada. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Agora, se isso não aconteceu com você, não se preocupe, somente leia o texto com o coração aberto. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Bom, enquanto eu como um pedaço de chocolate, vou lhe contar uma história. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Certa vez, quando eu era criança, minha mãe e eu estávamos no supermercado fazendo as compras do mês. Era época de páscoa e, por isso, todos os corredores estavam repletos de ovos de chocolate. Havia centenas deles. Eu me recordo daquele dia como se fosse hoje. Achava fascinante todas aquelas embalagens multicoloridas. Eram tantos, que não conseguia contar. Oh, como eu queria pelo menos um daqueles ovos, mesmo que fosse um bem pequeninho. Mas não me dei o trabalho de pedir a minha mãe que comprasse um. Ela não tinha dinheiro para coisas assim. Então, me lembrei das palavras da “tia” Mirian que, na Igreja, me ensinava sobre a vida de Jesus. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Ela dizia que o Céu seria cem vezes melhor do que todos os lugares que eu já tinha ido. Daí, imaginei que no céu teria chocolate à vontade... E chiclete também. E ainda fui um pouco mais além, imaginei que todos os dias eu ganharia uma Barbie nova com roupas e sapatos novos e bem diferentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- Vamos filha! Não fique aí parada! Não temos todo o tempo do mundo!&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- era minha mãe me chamando. Coitada, além de ter que fazer as compras, tinha que me aturar viajando na imaginação no meio do supermercado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- Mãe! No Céu vai ter chocolate? – eu perguntei.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- Ahm? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- No céu vai ter chocolate?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- Não sei, filha! Acho que não! &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;– ela disse meio sem jeito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Naquele instante todo o brilho nos meus olhos se apagou. Minha expressão mudou e eu fiquei muito triste, olhando para o chão. Minha mãe veio ao meu encontro, pegou as minhas mãos e disse:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- Filha, quer saber de uma coisa?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Concordei com a cabeça e ela continuou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;- No céu vai ter tantas coisas legais que você nem vai se lembrar do chocolate.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Eu não disse nada e continuei andando com minha mãe pelo supermercado. Perguntava-me: “tantas coisas legais... que tantas coisas legais?” “O que mais poderia ser tão legal do que chocolate à vontade?”. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Eu era apenas uma criança e tinha a minha visão de Céu. Mas e você? Algum dia já parou para pensar sobre o Céu? Já se perguntou como será o Céu?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Para falar a verdade, são raros os momentos em que penso no Céu. Meus interesses pessoais, como, trabalho, casa e família me tomam tanto tempo que não sobra espaço para pensar sobre o céu. Besteira. Digo isso como desculpa. Tenho que admitir que é difícil me imaginar no Céu. Isso me incomoda tanto que prefiro não pensar a respeito. Engraçado como nos contentamos com tão pouco. Neste momento, um pedaço de chocolate pode ser suficiente para me dar prazer. Que tipo de prazer e felicidade eu terei no Ceú? O que me motiva &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;a querer ir ao Céu? Seriam as mansões? As ruas de ouro? Encontrar os amigos que já se foram?Uma coisa é certa, lá será cem vezes melhor do que todos os lugares que eu já fui, por que todos os dias meu Pai estará comigo. Eu vou pintar a sua face com todas as cores disponíveis no Céu. Apesar de que... Pensando bem, acho que não será necessário pintá-lo, pois seu rosto brilhará para mim eternamente. Ele responderá todas as minhas dúvidas, até aquelas mais difíceis. Se é que terei dúvidas depois de vê-lo e tocar as suas feridas. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Isso realmente seria impressionante! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4414317151413302257-1280595635394480514?l=meupaieeu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meupaieeu.blogspot.com/feeds/1280595635394480514/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4414317151413302257&amp;postID=1280595635394480514&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/1280595635394480514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/1280595635394480514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meupaieeu.blogspot.com/2009/07/o-ceu-e-o-chocolate.html' title='O Céu e o Chocolate'/><author><name>Elen Gruber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08532265544154890660</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_1DO-7xB8kGg/SxvKwYQ7PXI/AAAAAAAAAm8/OUxzSIj-utY/S220/GIV_482322_2+copy.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4414317151413302257.post-3684326479703015915</id><published>2009-07-04T13:24:00.001-07:00</published><updated>2009-07-10T20:12:36.470-07:00</updated><title type='text'>Humilha-te</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:'Times New Roman';"&gt;&lt;div style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 3px; padding-right: 3px; padding-bottom: 3px; padding-left: 3px; width: auto; font: normal normal normal 100%/normal Georgia, serif; text-align: left; "&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 24px; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="line-height: 150%; text-align: center; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="mso-bidi- line-height:150%;font-size:16.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: pre;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: normal; white-space: normal;  font-size:11px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 16px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:13px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'Times New Roman';font-size:130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'Times New Roman';font-size:130%;"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Certa noite, estava muito doente, com uma febre muito alta. Como eu era bem criança, acreditava que meus pais pudessem resolver tudo! Acreditava que eles dariam um jeito de me curar. Minha mãe dizia-me: “Filha, não se preocupe! Eu lhe darei alguns banhos gelados e logo você ficará boa!”. Na tentativa de abaixar a febre, minha mãe me deu vários banhos gelados, mas não conseguiu resolver meu problema. A febre só aumentava e eu, crendo fortemente que meus pais me curariam, olhava atentamente para eles, esperando que deles viesse a cura.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Minha mãe, já preocupada com aquela situação, sentou-se ao meu lado e disse-me: “Elen, já é tarde da noite, as farmácias estão fechadas e o hospital é longe demais para que a levemos até lá a essa hora. Filhinha, a mamãe já não pode ajudá-la, mas eu sei que você pode!”. Meus olhinhos brilharam e eu tentei imaginar o que é que eu, apenas uma criança doente, poderia fazer para resolver algo que nem meus pais estavam conseguindo. “Faça Papai do céu”, foi o que ouvi saindo da boca de minha mãe. Ela estava olhando fixamente para os meus olhos quando completou: “Só Deus pode curá-la”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Naquele instante, ela fechou a porta do meu quarto, eu me ajoelhei em frente à cama e fiz a minha primeira oração. Certamente, não foi uma oração grandiosa, cheia de palavras bonitas, de frases bem feitas. Não, foi apenas uma oração de uma garotinha enferma. Foi uma oração sincera, um pedido de socorro! Ao me levantar eu já me sentia melhor. Deus havia me curado! Mais que isso, eu havia descoberto o amor de Deus!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Muito tempo se passou. Agora, já uma adolescente, em um sábado de maio de 1998, estava indo para um congresso evangelístico direcionado aos jovens, em Campos do Jordão, no estado de São Paulo. Eu acreditava que seria apenas mais um evento da igreja, onde conheceria pessoas novas e encontraria meus amigos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Já na saída para a viagem, pude ver que todos estavam muito alegres e ansiosos para chegarem logo ao congresso. Eu também estava ansiosa, pois muitos já haviam me falado das belezas de Campos do Jordão, e eu queria logo conhecer a cidade. Mas, ao chegar a Campos do Jordão, tivemos cultos e mais cultos, e sobrou pouco tempo para passear pela cidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Durante um dos cultos, o pastor que estava pregando parecia dizer palavras bonitas de conforto, pois embora eu não estivesse prestando atenção ao que ele dizia, percebia que todos ao meu redor estavam emocionados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Eu não conseguia entender que enquanto eu queria conversar, passear e me divertir, muitos estivessem tão felizes em ouvir um pastor falando. No fundo, eu sabia que não se tratava de apenas um pastor pregando, mas de Deus falando diretamente ao coração daquelas pessoas. Muitos estavam entregando o coração a Deus, e eu apenas queria que a pregação acabasse logo, para poder, finalmente, conhecer a cidade. Sentia algo no meu coração, uma espécie de chamado, mas não estava disposta a abandonar aquilo que me separava de Deus. Estava acostumada a ir para a igreja. Isso fazia parte do meu dia-a-dia, e não imaginava o que mais poderia fazer. Na realidade, eu não estava disposta a fazer nada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O congresso acabou e fomos conhecer a cidade! Porém, eu sentia algo muito estranho. Estava rodeada de amigos, mas me sentia só. Uma tristeza muito grande tomou conta de mim e nada mais parecia ter sentido! Eu queria ir embora!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Quando voltamos para o ônibus e começamos a viagem de volta para casa, todos estavam felizes e cantavam bastante. Eu estava quieta, sentada, virada pra janela, olhando para o céu escuro e tentando entender o porquê de toda a minha angústia. Sentia-me decepcionada por não ter conseguido me divertir, e agora estava ficando irritada com aquelas músicas que cantavam ao meu redor. Virei-me para o lado e disse a uma amiga que eu não queria cantar, pois queria dormir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;“Mas com esse pessoal todo gritando no meu ouvido eu não vou conseguir dormir!”, foi o que pensei. Saí de meu lugar e andei até o fundo do ônibus. Sentei-me no penúltimo banco, mas não tive nem tempo de tentar dormir, pois logo ouvi uma amiga correndo lá da frente e gritando: “Gente, o ônibus perdeu o freio! Vamos orar!”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Naquele instante, lembrei-me de toda a minha vida, como se estivesse diante de um filme. Pude visualizar tantos momentos em que senti Deus me protegendo! Tomei consciência do quanto eu havia endurecido meu coração, não deixando que Deus transformasse a minha vida. Enquanto isso, o ônibus descia a serra cada vez mais rápido, e eu podia sentir o vento frio e a angústia de quem não tem mais tempo. “O que vai acontecer comigo? Nos últimos dias eu só quis me divertir, enquanto muitos estavam entregando o coração a Deus, atendendo ao chamado dEle para que se deixassem ser transformados. O que eu posso fazer?” Uma lembrança veio à minha mente: “Faça Papai do Céu. Faça Papai do Céu!”. Do jeito que eu estava, fechei os meus olhos e orei: “Senhor, perdoe-me e me dê uma outra chance!” Em seguida, o ônibus capotou e uns dez minutos depois eu acordei. A primeira coisa que vi foi o céu, escuro, porém repleto de estrelas que brilhavam para mim. Respirei profundamente e agradeci a Deus pela vida!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Deus me deu uma nova chance. Ele deu mais uma chance para que eu escolhesse o caminho da felicidade. Ele tem planos para todos nós, e acredito que o ministério da música faça parte do plano de Deus para minha vida. Ele me direcionou para que em dois mil e quatro entrasse no Grupo Prisma. Hoje sou muito grata a Ele por poder cantar e mostrar para as pessoas o quanto Deus nos ama! Como é maravilhoso saber que Deus nos oferece perdão, se tão somente nos humilharmos e orarmos, e entregarmos o nosso coração a Ele.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Sabe, em nossa vida passamos por muitas situações que nos deixam tristes, desanimados e sem esperança. Chegamos até a pensar que estamos sozinhos e que Deus não existe, ou se existe, abandonou-nos. Achamos que Ele simplesmente fechou Seus olhos para o nosso sofrimento, e assim vamos vivendo dia após dia, com um grande vazio no peito, achando que simplesmente ir à igreja ou dizer que acreditamos em Deus é o suficiente. Mas Deus nos oferece muito mais! Ele nos convida a olharmos para o Céu e enxergarmos as estrelas!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:12.0pt"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Você pode até se perguntar: “que estrelas? Eu só vejo escuridão!” Saiba de uma coisa: quanto mais escuro o céu, mais o brilho das estrelas evidencia-se. Precisamos olhar para o Céu! Mesmo quando não entendemos o porquê de nossos sofrimentos, podemos olhar para o Céu e confiar que não importa o tamanho de nossa dor, a graça de Deus é maior e traz luz para a nossa vida. Se você está à procura de paz, conforto, esperança e cura, ajoelhe-se neste momento e faça “Papai do Céu”. Entregue seu coração a Deus, pois o Amor dEle é sem limites!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4414317151413302257-3684326479703015915?l=meupaieeu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meupaieeu.blogspot.com/feeds/3684326479703015915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4414317151413302257&amp;postID=3684326479703015915&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/3684326479703015915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/3684326479703015915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meupaieeu.blogspot.com/2009/07/humilha-te.html' title='Humilha-te'/><author><name>Elen Gruber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08532265544154890660</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_1DO-7xB8kGg/SxvKwYQ7PXI/AAAAAAAAAm8/OUxzSIj-utY/S220/GIV_482322_2+copy.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4414317151413302257.post-1804768645981373377</id><published>2009-07-01T10:43:00.000-07:00</published><updated>2009-07-11T10:54:08.897-07:00</updated><title type='text'>Deu é Fiel</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Vasculhando meus arquivos no computador, achei um texto que minha sogra fez e que eu achei muito legal. Já tinha até esquecido desta história e fiquei muito feliz em relembrá-la. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Então, para vocês, uma história &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;minha &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;contada por &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Darcy Gruber&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;......... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Entrega o seu caminho ao Senhor e o mais Ele fará. (Salmos 37:5)&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Este é um dos meus versos preferidos da Bíblia. Faz-me lembrar uma experiência que minha nora, Elen, passou por ser confiante nas promessas de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Elen fez uma entrevista para um novo trabalho, e já deixou claro que pertencia à Igreja Adventista do 7º Dia, e por isto, guardava o sábado desde o pôr-do-sol da sexta-feira. Ela recebeu a resposta positiva e então começou a trabalhar. Com o decorrer dos dias parecia ir tudo muito bem, pois seu chefe acrescentou ao seu trabalho algumas atividades de maior responsabilidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Nesta Empresa eles tinham por costume trabalhar sempre a mais depois do expediente, e Elen também assim o fazia. Mas na sexta-feira, sempre que saía uns minutos antes do pôr-do-sol, ela sentia-se um pouco constrangida, pois não percebia um ambiente favorável a esta atitude.&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Certo dia, seu chefe a chamou e pediu que ela programasse um encontro de final de ano para todos os funcionários. Elen então planejou o evento com todos os detalhes e as pessoas envolvidas. Como a programação envolveria a sexta-feira e o sábado, ela comunicou ao chefe que já estava tudo certo, mas com um detalhe: ela não poderia estar no sábado. Ele recebeu esta notícia um tanto surpreso, porque não entendia o que envolvia guardar o sábado. Disse a Elen que ele precisaria muito que ela estivesse presente e que ela deveria avaliar melhor seus conceitos. Elen respondeu que não, porque ela já tinha convicção na obediência ao Deus que ela servia. Ele então respondeu que o caso dela seria estudado com a diretoria. Elen foi para casa um tanto chateada, mas orou a Deus e entregou a Ele o seu futuro.&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Na quinta-feira antecedente ao evento, ela conferiu todos os detalhes e contatos, passou as devidas comunicações ao chefe e ele agradeceu, mas não disse nada a respeito do sábado. Na sexta-feira da programação Elen foi para o encontro e tudo estava como ela havia planejado. Na abertura o chefe deu as boas-vindas aos funcionários, e a alguns clientes, ali presentes, e explicou qual o objetivo principal daquele evento.&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Quando terminou ele olhou para a Elen e disse: você poderia rezar por nós?Ela ficou tão surpresa que parecia não ter entendido direito e então ele reafirmou: Você reza por nós?Daquele dia em diante, Elen passou a ser muito mais respeitada em seu local de trabalho. As suas colegas ficaram perplexas de ver sua coragem e fé.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Deus é fiel e Ele não falha. Quando colocamos nossa vida em suas mãos Ele faz grandes coisas por nós.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;(Darcy Gruber)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4414317151413302257-1804768645981373377?l=meupaieeu.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meupaieeu.blogspot.com/feeds/1804768645981373377/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4414317151413302257&amp;postID=1804768645981373377&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/1804768645981373377'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4414317151413302257/posts/default/1804768645981373377'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meupaieeu.blogspot.com/2009/06/deu-e-fiel.html' title='Deu é Fiel'/><author><name>Elen Gruber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08532265544154890660</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_1DO-7xB8kGg/SxvKwYQ7PXI/AAAAAAAAAm8/OUxzSIj-utY/S220/GIV_482322_2+copy.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
